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Notícia

Primeiras semanas: saiba como ajudar na adaptação do seu filho(a) à Escola

Primeiras semanas: saiba como ajudar na adaptação do seu filho(a) à Escola

  • 09/02/2019


As primeiras semanas de aula na Educação Infantil são marcadas pelo processo de adaptação e readaptação das crianças à rotina escolar. Os estudantes do Infantil II, por exemplo, pela primeira vez na escola, se deparam com uma realidade diferente daquela que tinham em casa, passam a conviver com adultos e outras crianças, inicialmente, estranhas.

“Aqui, tudo é novidade para elas. São professores e amiguinhos até então desconhecidos”, conta Kalina Estima, mãe da pequena Alice de 1 ano e 10 meses, que começa a dar indícios, já na primeira semana de aula, de adaptação ao ambiente do Colégio. “Ela ainda chora um pouco na chegada, quando entrego ela à professora e vou embora, mas depois para”, completa Kalina com aquela dose de comoção que todas as mães possuem.

O choro de Alice, assim como o das outras crianças, faz parte dessa nova rotina. Ele é fruto da insegurança e ansiedade dos pequenos, causadas pelo contato com o desconhecido. Porém, são sentimentos que podem e são vencidos ao passo que nascem e crescem os vínculos dos estudantes com professores e coleguinhas e a rotina das atividades escolares, diferenciadas do Colégio Paraíso.

A adaptação dessas crianças não ocorre do dia para a noite, tão pouco é demorada ou possui um tempo determinado. Geralmente, ela ocorre no decorrer do primeiro mês. Algumas crianças se adaptam nas primeiras semanas, outras na segunda e outras nos primeiros 15 dias. Certo mesmo é que essa adaptação ocorre com variação de tempo para cada criança, pois são muitos os fatores que influenciam esse processo.

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Alice brinca com a mãe no parquinho, após a aula.

Essa variação de tempo depende em parte da postura dos pais. A família da criança tem papel indispensável junto à Escola para a adaptação ocorrer rápida e da melhor forma possível. Há uma série de ações diárias que podem ser realizadas pelos pais ou responsáveis, por exemplo, organizar o material escolar.

“Sempre digo a ela que o Colégio, as professoras e os coleguinhas são legais. Arrumamos a mochila juntas, colocando o lanche e alguns brinquedos para que ela se sinta mais confortável na Escola”, afirma Kalina. Essa atitude da mãe mostra que a conversa e a organização da mochila são atitudes que ajudam na adaptação da criança.

Abaixo, você encontrará outras dicas para ajudar, principalmente, seu filho (a) na adaptação ao Colégio.

  • Como será? Conte a criança sobre as muitas possibilidades que ela terá na escola, da aula ao parquinho;
  • Um pedacinho de casa: Deixe a criança levar um brinquedo ou outro objeto de que ela goste muito, desde que ele não atrapalhe a aula;
  • Envolva seu filho(a): Mostre a importância de ir para a escola. Leve-o para comprar os materiais, apresente outros ambientes da escola, ensine-o a arrumar a mochila;
  • Este é o meu filho(a): Mantenha sempre a professora informada sobre os medos e hábitos do seu filho(a). Ela precisa conhecê-lo bem;
  • Demonstre aconchego, mas saiba ser firme: Existirão momentos em que as crianças precisarão da sua presença e outros não. Mesmo que em alguns ela chore, saiba que é importante para a criança aprender a lidar sozinha com as próprias emoções;
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A pequena Clarissa, do Infantil II C, realiza atividade de educação artística.

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Professora do Infantil II B ensina as crianças a contar a partir de uma história.
  • Não minta: Mentir ou sair de fininho pode só complicar as coisas. Confiança é tudo e ela precisa confiar em você. Faça o que disser que irá fazer;
  • Faça parte da turma: Você também precisa se adaptar à nova rotina. Participe das atividades propostas pelo Colégio, eventos sociais da turminha, como os aniversários; converse com os pais da turma, inclusive, sobre assuntos diversos e não só sobre a preocupação com a criança;
  • Seja pontual: Importantíssimo! Sempre venha buscá-lo (a) no horário certo. Não atrase. A demora e a movimentação de outros pais buscando os filhos, poderão deixar a sua criança triste e insegura.